"Eu respirava naquelas salas, como um incenso, esse cheiro de velha biblioteca que vale todos os perfumes do mundo." Antoine de Saint-Exupéry

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O INVENTOR

A rigor, fui eu (e muitas outras pessoas mais) que idealizei o DVD ou a fita de vídeo. Foi em 1979, quando, desejoso de rever filmes de minha predileção (Bonequinha de luxo, Rastros de ódio, Os pássaros, Psicose), tive a idéia de que no futuro os filmes seriam comercializados como as fitas cassetes, e os introduziríamos na tevê para assistir...

7 comentários:

,todo inseto, disse...

maginífico! agradeço pela invenção esdrúxula daquelas coisinhas enfiáveis (ou DVD OU VHS) que tanto salvam o dia de chuva ou para fazer dos lugares-buracos que não possuem casa-de-cimema.

...

aquelas VELHASFEZES me embebedam. tudo panque e acidental. vc é o meu orixá predileto. e olhe que o sertão acretida em deus.

c.

bípede falante disse...

Então, foi você junto com o meu pai. Cresci ouvindo ele falar um dia a gente vai poder ver os filmes em casa na hora em que quiser. Quando saiu no jornal, a notícia de que os vídeo-cassetes tinham chegado em Porto Alegre, ele pegou o carro e veio comprar um. Hoje, tem alguns milhares de filmes gravados e uma coleção de aparelhos, inclusive dentro da caixa (pra quando faltar no mercado, se é que já não falta)!

Anônimo disse...

Amém. T

Renata Belmonte disse...

Fala com a Lúcia mesmo! E pede o autógrafo para minha avó!
Abraços,
Renata

Silvestre Gavinha disse...

Você, e todos os outros, inventaram um vício em mim.
Tanto quanto ler, ver...filmes novos, velhos, já vistos, revistos....
Obrigada pela visita.
Também já tive canários. Mas com bichinhos pequenos era pior ainda. Suas vidinhas tão pequenininhas, numas gaiolas ou aquários (tartarugas, peixinhos dourados, hamsters).
Mas canário é por demais livre no canto. Isso encanta.Conversa culta, de camarim de ópera ou sinfonia. E esse poema inédito???
Abraços
Marie

,todo inseto, disse...

ops! VELHAS FEZES non (equívoco fedorento o meu) DIZER ADEUS sim. panque e acidental. pestilências trocadas.

c.

Artur disse...

Mayrant, você não merece só o Nobel de literatura. mas, que nada, deixa pra lá...vão-se os nobéis, ficam os dedos.