"Eu respirava naquelas salas, como um incenso, esse cheiro de velha biblioteca que vale todos os perfumes do mundo." Antoine de Saint-Exupéry

segunda-feira, 13 de maio de 2013

ESCRITOR PLURAL | RESENHA


Com o mesmo estilo sóbrio, límpido, conciso, cuidadoso e carpinteiro de “um operário das palavras”, “um Sísifo que, em lugar de uma pedra, rola montanha acima um saco abarrotado de signos, intenções e sintaxes”, como se define o escritor na apresentação do livro, Mayrant Galo enfeixa 15 contos em Cidade Singular. Tributário de autores que admira, o escritor passeia pelo relato noir norte-americano (“Você não é Sam Spade” e “A Bonnie dos Barris”), pelo brasileiro Rubem Fonseca (“Brinquedo perdido”), por Camus (no início de “Diários da piscina”), Borges (“O quasídromo”) e pelos desencontros familiares em todas as prosas (“O fim da inocência”, “Pluma solta no vento” e “Viagem adentro do ano militar”). Também exibe seu cosmopolitismo humano com a perícia de um escritor plural que observa e denuncia os miasmas pulsantes de uma cidade singular em seus desencontros. LER MAIS.

2 comentários:

Achel disse...

Parabéns, meu amigo, que os seus livros se multipliquem, que mais pessoas os leiam. Sucesso.

Achel disse...

parabéns, meu amigo, que os seus livros se multipliquem, que mais pessoas os leiam e possam assim admirá-los. Sucesso.